28 de setembro a 4 de outubro

Isael Maxakali mora em Aldeia Nova (Ladainha, MG) e realiza filmes para que as pessoas de todos os lugares saibam que os Tikmū’ūn, existem. Desenha bichos, peixes, espíritos yãmĩyxop e outras coisas e acredita que com o seu trabalho, cresçe e fortaleçe os Tikmū’ūn.

Isael participou das exposições coletivas “Mundos indígenas”, Espaço do Conhecimento da UFMG, Belo Horizonte, MG e “Vaivém”, Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, ambas em 2019/2020. Em 2008 publicou o livro: Maxakali, Isael et alli. Hitupmã’ax: curar. Recebeu o Prêmio Carlos Reichenbach de Melhor Longa da Mostra Olhos Livres, pelo Júri Jovem da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes e o Prêmio Pipa Online 2020.

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21 a 27 de setembro

Maria Palmeiro é mestre pelo programa de pós-graduação em artes da cena da ECO-UFRJ. Participa regularmente de mostras coletivas e expôs individualmente no Rio (A obra está, 2014 e Pintura crônica, 2018) e na Argentina (Rol, 2018. Realizou residências artísticas em Barcelona (Can Serrat, 2017), Belo Horizonte (Espai,2018), São Paulo (Faap, 2019) e Rio de Janeiro (Refresco, 2020). Inicialmente com uma prática voltada para a pintura e suas questões - formais e conceituais - Maria trabalha atualmente sobre diversos suportes materiais e contextuais. A partir de métodos que envolvem narrativa, repetição e regra, seus trabalhos permitem que a artista expanda seus interesses e a percepção sobre a própria prática, em um percurso não linear e contínuo.

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14 a 20 de setembro

Thiago Mazza é é um dos expoentes do muralismo contemporâneo brasileiro e já participou em importantes festivais de arte urbana no mundo todo como o UpFest (Inglaterra), Stenograffia (Russia), IPAF (México), Artscape (Suécia) e Vukovart (Croácia). Seu trabalho transita entre a pintura clássica, a streetart e a arte contemporânea. Thiago é reconhecido na cena de arte urbana contemporânea pela maestria na representação da fauna e flora, especialmente a tropical. Seu atual objeto de estudo são as plantas tropicais, sua estrutura exuberante e densa folhagem. Mazza traz a natureza dentro de si, o engenho de trasmutá-la e a arte de nos levar até ela.

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7 a 13 de setembro

Rodrigo vive e trabalha em Belo Horizonte onde é professor de Desenho da Escola de Belas Artes da UFMG. Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Viçosa e em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG, com doutorado e mestrado em Artes, pela mesma instituição. Sua pesquisa plástica, nos campos do desenho e da instalação, lida com o lugar, a arquitetura e suas superfícies – parede, chão, teto, vigas, colunas etc. São os sentidos do plano e da pele (presentes nas superfícies) que em sua trajetória fundam uma plástica ambiental envolvente.

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31 de agosto a 6 de setembro

Andréa Azzi é artista plástica, produtora cultural e diretora de arte. Andréa iniciou seus trabalhos no final dos anos 80 produzindo pinturas, instalações multimídia e objetos e passou as últimas três décadas morando na Suiça. Mestre em Estudos de Cultura e Mídia pela Zürcher Hochschule der Künste (ZHDK) e formada em Artes Plásticas pela Hochschule der Künste Bern (HKB) Andréa Azzi está de volta ao Brasil desde 2015.

Em Novembro de 2019 abriu a Exposição individual: “A Linguagem é uma Pele” mostrando sua intensa produção de pinturas realizadas nos últimos 5 anos morando e trabalhando no Bosque do Jambreiro em Nova Lima, MG. 

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24 a 30 de agosto

Nascido em Sta. Bárbara d’Oeste, SP, Ricardo vive e trabalha em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos - SP.

Artista Visual com graduação em Design de Produto e Pós-graduação em Pintura Contemporânea, ambos pela Belas Artes de São Paulo, Ricardo foi co-fundador do Estúdio Cipó em 2012 e diretor criativo da Galeria Nacional por 5 anos. Atualmente se dedica à sua produção autoral, entre desenhos, pinturas e projetos especiais. 

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17 a 23 de agosto

Sara Não Tem Nome vem trilhando sua carreira em diversas áreas das Artes. Desde 2009, transita pelas artes visuais, música, performance e cinema. Seu trabalho tem recebido reconhecimento e destaque nessas áreas.

Participou das residências artísticas Bolsa Pampulha (2014) em Belo Horizonte e Red Bull Station(2015) em São Paulo, onde gravou seu primeiro álbum musical, o 'Ômega III” (Prêmio Dinamite de melhor álbum de música Pop em 2016) e da Residência Poça (2019) em Mina Gerais. Realizou sua primeira exposição individual “Situações” no Memorial Minas Gerais Vale (2019).Tem obras no acervo do MAP - Museu de Arte da Pampulha, da Red Bull Station (SP) e da Casa do Olhar Luiz Sacilotto (SP).

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10 a 16 de agosto

Ártemis Garrido nasceu em Ilhéus, Bahia, em 1990. Vive e trabalha em Belo Horizonte. É bacharel em artes plásticas com habilitação em pintura na Escola Guignard (UEMG/2020) e especializada em Saúde do Adolescente na Faculdade de Medicina (UFMG). Atua enquanto artista plástica e trabalha como arte-educadora no Consultório de Rua do SUS na Prefeitura de Belo Horizonte - serviço que atua na lógica da Redução de Danos nas cenas públicas de uso de Álcool e outras Drogas na cidade. Possui trabalhos em pintura, fotografia, vídeo, escrita, colagem e performance.

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3 a 9 de agosto

Cristina Marigo vive e trabalha em Belo Horizonte. É artista visual formada em artes plásticas pela Escola Guignard (UEMG). Participou da Residência Artística Ocupa Espai sob a orientação de Nydia Negromonte e Marcelo Drummond em 2018-2019. Foi contemplada com o 1º Prêmio BDMG Cultural / 1º Salão de Arte da Escola Guignard (1996). Realizou  as exposições individuais O Jardim de Minha Mãe na Galeria de Arte do Centro Cultural SesiMinas (Agosto 2019) e no Centro Cultural SESIMINAS Ouro Preto (Fevereiro 2020); no  Minas Centro (2011) e no BDMG (1992) ambas em Belo Horizonte e  na Galeria Monhangara - Palácio da Cultura (1991) em Governador Valadares. 

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27 de julho a 2 de agosto

Thiago Alvim vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil. Bacharel em Artes Plásticas pela Escola Guignard – UEMG, Alvim desenvolve trabalhos de intervenção urbana muitas vezes dialogando com o suporte escolhido, criando uma relação direta com os espaços por onde passa. Não se limita somente ao ambiente ofertado pelas metrópoles, mas transita com familiaridade em lugares abandonados onde os vestígios da presença humana ficou registrado em ruínas. Uma relação entre morte e vida. Além de suas obras expostas em ambientes externos, segue uma linha de pesquisa e produção em atêlier, ambiente no qual outros suportes ganham formas onde o artista dança natureza, fantasia e texturas.

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20 a 26 de Julho

Pedro Veneroso vive e trabalha em Belo Horizonte, MG. É doutorando em Artes, mestre com distinção em Estudos Literários e bacharel em Artes Visuais, todos pela UFMG. Investiga as interseções entre a arte, a ciência e a tecnologia a partir de perspectivas práticas e teóricas. Atualmente, pesquisa as aplicações dos sistemas complexos e da teoria da redes nas experiências humanas do espaço-tempo em ambientes virtuais e concretos.

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13 a 19 de Julho

Nila vive e trabalha na zona rural de Florestal / MG, dividindo seu tempo entre ateliê e a jardinagem. Graduada em Artes Visuais pela UFMG (2011), com bacharelado em Gravura e iniciou seus trabalhos pictóricos em 2013. O contato próximo com o bioma Cerrado deu início à sua pesquisa que perdura até hoje. Plantas nativas e aves brasileiras, pouco conhecidas do grande público, tornaram-se frequentes em suas telas.

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6 a 12 de julho

Clara Moreira é artista visual, desenhista. Nasceu e vive no Recife, Brasil. Sua pesquisa artística desenvolve-se no uso do desenho minucioso, em lápis de cor sobre papel, testando resultados figurativos como linguagem de comunicação poética e franca, íntima e coletiva.

"Venho experimentando e pesquisando com o desenho figurativo, mas é bem lento, é crônico, é sempre muito sobre este corpo de mulher que sou e que carrego. Outras vezes o arrasto, e ele me escapa pelos dedos. Desenho-me em outras mulheres e em bichos, retiro-me a cabeça, desfio de dentro, amarro um barbante ao corpo, amarro-me em fios de cabelo."

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29 de junho a 5 de julho

Binho Barreto estudou Artes Plásticas na Escola Guignard/UEMG e atualmente é doutorando em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. Seus interesses permeiam temas como artes visuais, literatura, culturas urbanas e cidadania.  Participou das residências artísticas RAM5, Agora Art Action, na Sérvia, e da expedição Objetos da Natureza (ESPAI). Expôs em mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Vive e trabalha em Belo Horizonte.

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22 a 28 de junho

Julia Panadés desenha, escreve, costura e edita livros. Suas últimas exposições foram “Corpo em Obra” na mostra “Híbrida”, parte do Programa Arteminas: Narrativas Femininas no Palácio das Artes, e “Corpo em Obra”, no CCSP, onde mostrou sua recente produção de obras em tecido. Publicou “Imagino Veneza”, pela Modular Edições e foi finalista do prêmio Jabuti, na categoria ilustração, por “Névoa e assobio”. Atua como professora desde os anos 2000. É bacharel em Artes Plásticas, mestra em Artes Visuais e doutora em Estudos Literários.

acesse o #GALTAKEOVER da Julia Panadés

15 a 21 de Junho

Daniela Paoliello é artista visual e faz doutorado em Artes na UERJ. Nos últimos anos vem desenvolvendo sua pesquisa em torno das relações entre corpo e natureza/paisagem, utilizando-se da fotografia, do vídeo e da autoperformance.

acesse o #GALTAKEOVER da Daniela Paoliello

8 a 14 de junho

As Talavistas é um coletivo independente de produção estética, composto por quatro artistas belo-horizontinas; Marli Ferreira, Pink Molotov, Richard Willian e Darlene Valentim. Sua produção direciona-se, não somente, a valorização das africanidades latentes que resistem aos processos epistemicídas vigentes no nosso país, mas, também se interessa em ampliar as possibilidades de existência e performance social do corpo negro.

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1 a 7 de Junho

Julia trabalha com fotografia, vídeo e cinema relacionando memória pessoal e coletiva utilizando como suporte narrativas intimistas e registros de mídias ruidosas. Seu trabalho também se envolve em performances, música e desenho.

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25 a 31 de Maio

Ricardo Burgarelli vive e trabalha em Belo Horizonte. Realiza projetos em diversas mídias com estudos que atravessam os campos da história, memória e técnica, propondo instalações artísticas como espaço de narrações.

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18 a 24 de Maio

Eduardo é um artista plástico com formação em Design Gráfico e graduação em Desenho pela Grand Central Atelier de NY. Em seus trabalhos, o artista nos convida a viver uma viagem pelos caminhos da alma humana, onde conversas, dúvidas e sonhos emergem na busca pela felicidade.

acesse o #GALTAKEOVER do Eduardo Recife

11 a 17 de Maio

Carolina vive e trabalha em Belo Horizonte. É artista plástica, poeta e performer. Graduada em pintura e escultura pela Escola Guignard - UEMG. Suas pesquisas envolvem a relação entre unidade e fragmento, movimento e transformação, sexualidade, amor e morte.

acesse o #GALTAKEOVER da Carolina Botura

4 a 10 de Maio

Aruan e Flavia são belorizontinos e trabalham juntos desde 2010. Variando por diversas linguagens, seus trabalhos investigam situações inúteis em diálogo com o absurdo, ora na cidade, ora na matéria e na natureza. 

acesse o #GALTAKEOVER do Aruan Mattos & Flavia Regaldo

27 Abril a 3 Maio

Marina é graduada em Belas Artes pela EBA/UFMG. Realizou a exposição individual Dentro de Onde Eu Não Caibo (2019 - Restaurante do Ano) e (2018 - Estúdio Guaco) e as exposições coletivas Parece Que Nunca Chega (2018) Arte Gerada (2017) e Deriva X (2017), todas em Belo Horizonte, e do Festival Cardápio Underground (2018) em Bragança Paulista. Desde setembro 2019 Marina está estudando Antroposofia e Arte, em Basel, na Suíça.

acesse o #GALTAKEOVER da Marina Tasca

20 a 26 Abril

Alisson vive e trabalha em Belo Horizonte, MG. Habilitado em pintura pela Escola Guignard,  Damasceno transita pelo território da Arte Contemporânea, explorando principalmente a performance e a pintura enquanto meios expressivos. Por meio de ações e objetos busca propor relações entre corpo e presença.

acesse o #GALTAKEOVER do Alisson Damasceno